5 de dezembro de 2016
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Detoxing my soul

This walk gifted me with the chance to tune into my mind and my body, giving me clarity for some of things that actually were holding me back. I guess things all comes naturally when you spend hours walking in the silence of nature only focusing in one step at the time. It is like a therapy, giving me the sense of confort and energy. Always teaching me how divine life is, still teaching me self understanding and how to embrace challenges and opportunities.

Esse passeio me presenteou com a chance de me conectar com o meu corpo e minha mente, clareando algumas coisas das quais ainda estavam me retendo. Eu acho que tudo vem naturalmente quando você passa horas andando no silêncio da natureza, se concentrando apenas em um passo de cada vez. Como terapia, me proporcionando sensação de conforto e muita energia. Sempre me ensinando como a vida é divina, ainda me ensinando auto compreensão e como abraçar desafios e oportunidades.

Esse passeio me presenteou com a chance de me conectar com o meu corpo e minha mente, clareando algumas das coisas das quais ainda estavam me retendo. Eu acho que tudo vem naturalmente quando você passa horas andando no silêncio, se concentrando apenas em um passo de cada vez. Tudo isso me proporcionou sensação de conforto e muita energia. Sempre me ensinando como a vida é divina, ainda me ensinando auto compreensão e como abraçar desafios e oportunidades

MT Ruapehu
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Tanaraki Waterfalls

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Lower Lake

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Upper Lake
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Tama Lakes Trial
Duration 6-7 hrs
Starting at Wakapapa Village.
Moderate
Unesco World Heritage

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Wakapapa

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National Icon
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Famous Chateau

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Tawhai Waterfalls

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Where to stay
A perfect choice if you are planing to do Tongariro crossing.At discovery you have many options of stay for all budgets.
If have the chance get the chalet, it has a wonderful view for the mountains.

http://www.discovery.net.nz

postado por
Deborah Coimbra
21 de novembro de 2016

National Park

 

 

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Sunshine Beach

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Mt Ngungun – Glass House Mountains

Address: 214 Fullertons Rd, Glass House Mountains QLD 4518
Distance: 2.8km return
more info at: Glass House Mountains National Park

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“Breathtalking view to Mt Coonowrin and Mt Beerwah”

postado por
Deborah Coimbra
21 de novembro de 2016

Pixels or pictures? Photos or memories? What is more satisfying, the fleeting glimpse of a fading sunset; or its capture on film, made immortal?

In today’s world, it seems a holiday does not exist unless captured on a smartphone – the ubiquitous selfie, a photo of a cooked breakfast, a flower resting on a hotel bed. Throughout our six days and seven nights, we faithfully – even obsessively – make digital memories of our ‘unique’ moments. If it’s not on film, it didn’t happen.

But is travel an experience of the senses or simply a documentary? How often have we taken a photo only to miss the picture? In our haste to record events for posterity, we often sacrifice the pleasure of the moment. This is a mistake. How do we capture on film the smell of a street market in Bangkok? Or the deafening silence of the Mongolian sky? We cannot; but I think a treasured memory is worth much more than a digital image.

A holiday memory is an imperfect interpretation. It is the utterly unique sum of your parts; it captures your physical senses, your emotional well-being, your hopes and desires at the time. Photos are a perfect representation which show us everything and nothing. They are owned; they can last forever. Holiday memories are fragile, fleeting and either fade or change over time. A memory is worth a thousand pictures.

Are digital memories even unique? If we all take the same clichéd photos of the same clichéd temple, or the same beach, or the same cocktail drink with the pink umbrella, are we de-personalizing our travel experiences? Or are we sharing our memories or – more worryingly – commoditizing them?

Fotos ou memorias 

Pixels ou fotos? Fotos ou memórias? O que é mais satisfatório, o vislumbre de um por do sol de desvanecimento; ou sua captura em filme, feito imortal?

Me parece que um feriado não existe a não ser capturado em um smartphone – o selfie onipresente, uma foto de um café da manha, uma flor que descansa em uma cama de hotel. Ao longo de nossos seis dias e sete noites, nós fielmente – mesmo obsessivamente – fazemos memórias digitais de nossos momentos «único». Se não estiver em filme, isso não aconteceu.

Seria a viagem uma experiência dos sentidos ou simplesmente um documentário? Quantas vezes temos de tirar uma foto só para nao perder a foto? Em nossa pressa para eventos de registro para a posteridade, que por muitas vezes sacrificamos o prazer do momento. Este nao é um erro? Como é que vamos capturar em filme o cheiro de um mercado pela rua de Bangkok? Ou o silêncio ensurdecedor do céu da mongolia? Não podemos, mas acho que uma memória estimada nao vale muito mais do que uma imagem digital?

A memória de férias é uma interpretação imperfeita. É a soma absolutamente única de suas partes; que capta os seus sentidos físicos, o seu bem-estar emocional, suas esperanças e desejos no momento. As fotos são uma representação perfeita que nos mostra tudo e nada. Eles são de propriedade; eles podem durar para sempre. Memórias de férias são frágeis, fugaz e quer desaparecer ou mudar com o tempo. A memória vale mais que mil imagens.

Sao unicas as memorias digitais? Memórias digitais são ainda única? Se todos nós tomamos as mesmas fotos clichês do mesmo templo clichê, ou a mesma praia, ou a mesma bebida cocktail com o guarda-chuva rosa, estamos nos despersonalizando nossas experiências de viagens? Ou estamos compartilhando nossas memórias ou – mais preocupante – comercialinzando ?

 

Texto por: Deborah Coimbra

 

postado por
Deborah Coimbra
28 de setembro de 2016

 

WHERE TO EAT/ONDE COMER

 

Boqueria

 

Fish and Meat

Must try the divine sicilian lemonade with blubbery jam and thyme.

Duddells 

1 Duddell Street, 1 Duddell St, Hong Kong
+852 2525 9191

Shanghai Lane

37 Gough St, Central, Hong Kong
+852 2850 7788

Sahara 

G/F, 11 Elgin Street, SOHO, Central, Hong Kong

+852 2291 6060

Bocadito

G/F, 40 Staunton Street, Soho, Hong Kong

+852 2549 2878

 

Chachawan

Bibo

G/F, 163 Hollywood Rd, Sheung Wan, Hong Kong
+852 2956 3188

208 Duecento Otto 

208 Hollywood Road, Hong Kong

+852 2549 0208

Brickhouse

20 D’Aguikar Street, Hong Kong

Zuma

LANDMARK, 15 Queen’s Road Central, Hong Kong
+852 3657 6388

Mana Slow Food

92 Wellington St, Hong Kong moncler online
moncler acorus
+852 2851 1611

postado por
Deborah Coimbra
26 de setembro de 2016
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Muita gente diz que adora viajar, mas depois que volta só recorda das coisas que deram errado. Sendo viajar um convite ao imprevisto, lógico que algumas coisas darão errado, faz parte do pacote. Desde coisas ingratas, como a perda de uma conexão ou ter a mala extraviada, até xaropices menos relevantes, como ficar na última fila da plateia do musical ou um garçom mal-humorado não entender o seu pedido. Ainda assim, abra bem os olhos e veja onde você está: em Fernando de Noronha, em Paris, em Honolulu, em Mykonos. Poderia ser pior, não poderia?

Outro dia uma amiga que já deu a volta ao mundo uma dezena de vezes comentou que lamentava ver alguns viajantes tão blasés diante de situações que costumam maravilhar a todos. São os que fazem um safári na Namíbia e estão mais preocupados com os mosquitos do que em admirar a paisagem, ou que estão à beira do mar numa praia da Tailândia e não se conformam de ter esquecido no hotel a nécessaire com os medicamentos, ou que não saboreiam um prato espetacular porque estão ocupados calculando quanto terão que deixar de gorjeta.

Não saboreiam nada, aliás. Estão diante das geleiras da Patagônia e não refletem sobre a imponência da natureza, estão sentados num café em Milão e não percebem a elegância dos transeuntes, entram numa gôndola em Veneza e passam o trajeto brigando contra a máquina fotográfica que emperrou, visitam Ouro Preto e não se emocionam com o tesouro da arquitetura barroca – mas se queixam das ladeiras, claro.

Vão à Provence e torcem o nariz para o cheiro dos queijos, olham para o céu estrelado do Atacama sofrendo com o excesso de silêncio, vão para Trancoso e reclamam de não ter onde usar salto alto, vão para a India sem informação alguma e aí estranham o gosto esquisito daquele hamburger: ué, não é carne de vaca, bem? Aliás, viajar sem estar minimamente informado sobre o destino escolhido é bem parecido com não ir.

Estão assistindo a um show de música no Central Park, mas não tiram o olho do Ipad. Vão ao Rio, mas têm medo de ir à Lapa. Estão em Buenos Aires, mas nem pensar em prestigiar o tango – “programa de velho!” São os que olham tudo de cima, julgando, depreciando, como se o fato de se entregar ao local visitado fosse uma espécie de servilismo – típico daqueles que têm vergonha de serem turistas.

É muito bacana passar um longo tempo numa cidade estrangeira e adquirir hábitos comuns aos nativos para se sentir mais próximo da cultura local, mas quem pode fazer essas imersões com frequência? Na maior parte das vezes, somos turistas mesmo: estamos com um pé lá e outro cá. Então, estando lá, que nos rendamos ao inesperado, ao sublime, ao belo. Nada adianta levar o corpo pra passear se a alma não sai de casa.

postado por
Deborah Coimbra